«A vida no céu», José Eduardo Agualusa
A Vida no Céu é um romance distópico, num futuro que se segue ao Grande Desastre, e em que o Mundo deixou de ser onde e como o conhecemos. Encontrando-se o globo terrestre inteiramente coberto por água, e a temperatura, à superfície, intolerável, restou ao Homem subir aos céus. Mas essa ascensão é literal (não é alusiva ou simbólica): a Humanidade, reduzida agora a um par de milhões de pessoas, habita aldeias suspensas e cidades flutuantes - dirigíveis gigantescos denominados Tóquio, Xangai ou São Paulo -, e os mais pobres navegam o ar em pequenas balsas rudimentares. Carlos Benjamim Moco é o narrador da história. Tem 16 anos e nasceu numa aldeia, Luanda, que junta mais de cem balsas. O desaparecimento do pai fará com que Benjamim decida partir à sua procura.
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Nunca tinha lido José Eduardo Agualusa, mas este livro já há algum tempo que despertava a minha curiosidade. A semana passada encontrei-o com 40% e em 5 dias acabei com ele. Gostei, gostei bastante. É um livro cheio de inocência, algo infantil até, mas um livro que se lê tão bem e que me deixou curiosa com este escritor.
