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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Coisas da boca

   

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A parte boa de termos esta mania da alimentação saudável e de não comermos isto e aquilo porque faz mal a aquilo e a isto é que quando vamos a cometer esses ditos pecados alimentares simplesmente essas coisas não nos sabem bem, ou causam-nos mesmo alguns desconfortos. 

   Assim de repente: eu não como fritos; as duas últimas vezes em que os comi, em formato batata frita e filete de pescada, estive o resto do dia a águas com gás e medicação para as dores de estômago e de cabeça, de maneira que julgo que foi a definitiva sentença de morte dos fritos. As duas últimas vezes em que fui jantar fora com a suposta intenção de comer uma francesinha, cheguei ao restaurante e descobri que facilmente as trocava por um prato de peixe ou de massa. Há pouco tempo comi duas bolachas Maria (há quantos meses não tocava numa?) do meu afilhado e perguntei "isto é Maria?", simplesmente porque não me estavam a saber bem e eu devorava pacotes destas. No Domingo dei uma trinca na nata que o meu namorado comia com o maior gosto do mundo e o meu pensamento automático foi "ui, que enjoativo"... 

   Começo a temer o dia em que vou ter uma reacção do género ao comer gelados, mas o certo é que o nosso organismo (ou o nosso cérebro) se habitua a determinado tipo de alimentação e começa a ser difícil fugie a essa regra, o que vem demonstrar que realmente é tudo uma questão de hábito e não de sacrifício, até aquele dia em que tudo se torna natural em nós. 

   Boas comidas!