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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O amor...

   Não se procura o amor. Não se encontra o amor. Ele vem ter connosco. Acontece. Quando tem de ser e com quem tem de ser. Pode não ser para toda a vida (porque já nem nos filmes o é!); o importante é que seja para todos os dias, enquanto fizer sentido e for verdadeiro, puro e tudo. 

   O amor, como todos os sentimentos, é uma construção. Em todas as suas vertentes. O amor de pais, o amor de filhos, o amor de família, o amor de amigos, o amor de bichinhos, o amor-próprio, o amor romântico. O amor não é à primeira vista. A paixão, a atracção, o fascínio, pode sê-lo. O amor não. O amor nasce de todas as vistas, de cada vista. Esta e mais esta e mais aquela e até a outra de que não gostamos tanto. Porque o amor também é isto: as imperfeições, o menos bom. O amor não é amar apesar de tudo e com tudo. O amor é amar o que é de amar e nos faz amar e aceitar o que não é perfeito, o que não gostamos, mas porque é amor, aprendemos a viver com isso. 

   O amor não é das almas gémeas ou dos príncipes encantados. O amor real é das e com pessoas que não são gémeas, não são iguais, nem sequer são almas; são pessoas reais com almas e interiores tão diferentes que se tornam o melhor da vida e na vida um do outro. O amor não é dos casais perfeitos e felizes para sempre. O amor é daqueles que querem ser felizes um dia de cada vez e que acreditam, a cada dia, a cada momento, a cada desafio, a cada alegria, a cada lágrima, a cada sorriso, muito mais é o que os une, que aquilo que os separa. 

   O amor a sério não precisa de definições, de provas, de dias no calendário. O amor a sério, o amor que nos dá vida todos os dias, nem sequer vive de amo-te ou beijos e abraços. O amor que conta, o amor que realmente vale a pena, é aquele que não precisa de mais nada para além de alguém que o queira realmente viver. Todos os dias. 

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