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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

O mundo na mira do dedo

“O que há a fazer hoje é começar a caminhar e ver o mundo como ele realmente é, ver o modo como ele caminha e fala realmente. Agora quero ver tudo. E mesmo que nada do que eu absorva agora seja meu, depois de algum tempo dentro de mim passará a sê-lo. Meu Deus, olha-me só para esse mundo aí fora, todo esse mundo fora de mim, bem para além dos limites da meu rosto, e a única maneira de tocar-lhe realmente é colocá-lo todo dentro de mim, a circular-me no sangue, a ser bombardeado mil vezes, dez mil vezes ao dia! Absorverei tudo isso para que nunca se esgote em mim. Um dia destes, terei todo o mundo em mim. Para já, tenho-o na mira do dedo, já é um começo. “ (Fahrenheit 451, Ray Bradbury)

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