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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Cheiros com vida

Todos-os-Cheiros-Me-Levam-a-Voce-Um-Sentimento-Por

Há cheiros que nos fazem viajar. Ou que nos fazem sentir estranhamente bem. Quase lhes podemos chamar os nossos "cheiros preferidos". Ontem, a caminho do trabalho, e por sugestão da rádio comercial, dei por mim a pensar nos meus:

  • o cheiro que o protector solar deixa no corpo depois de um dia de praia;
  • o cheiro a sopa enquanto está a ser cozinhada;
  • o cheiro a chocolate derretido;
  • o cheiro a livros novos (e por arrasto, o cheiro da Feira do Livro do Porto, quando esta era no Palácio de Cristal);
  • o cheiro das papelarias;
  • o cheiro das drogarias;
  • o cheiro a frango assado com limão ao Domingo
  • o cheiro a pão quente;
  • o meu cheiro a Natal, ou seja, a mistura de cheiros do bacalhau com batatas e hortaliças a cozer, com o cheiro da canela dos doces;
  • o cheiro do final dos dias de calor, quando às 20h ainda é dia e está quente; 
  • o cheiro que fica na rua e que vem da lenha a arder numa lareira num dia de inverno;

E os vossos cheiros, quais são? 

Cheiros que nos fazem viajar

IMG_20141105_215610.jpg

 

Hoje ao sair do trabalho cheirou-me a fumo da lareira. Automaticamente fui transportada para o Inverno, para Domingos de frio, para o Natal, para uma aldeia perdida do nosso Portugal onde a paisagem nunca é nítida devido ao fumo das imensas lareiras que aquecem os lares. Não sei porquê, mas este pequeno nada aqueceu-me a alma e deixou-me cheia ee vontade de me aquecer numa lareira... Há coisas assim, aparentemente insignificantes, mas cheias de qualquer coisa que mexe connosco.