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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Ser Mãe

   Hoje é Dia da Mãe. Dia das mães. Da nossa mãe. Aquela mãe que é mãe todos os dias, mesmo nos menos bons. Aquela mãe que é uma fonte de amor inesgotável. Aquela mãe que tem tempo para tudo e mais alguma coisa e ainda tem tempo para nos aconchegar os lencóis à noite.

   Ser mãe é ser guerreira. É gerar, criar e dar à luz. É educar, amar, estar lá todos os dias, a todas as horas. Ser mãe é dividir-se num número infinito de tarefas e realizar todas elas com o empenho e sucesso das vencedoras.

   A mãe faz magia. Transforma farinha e ovos em bolos. O refugado tem sempre o melhor cheiro do mundo. Os braços carregam os sacos das compras e, se for preciso, ainda nos carregam no colo. Dentro dela habita um mundo de preocupações, de responsabilidades, de soluções para todo o tipo de problemas. E depois habitamos nós, filhos e filhas. Mais ou menos próximos. Mais ou menos confidentes. Mas filhos de mães que nos amam incondicionalmente e que querem para nós apenas o melhor do mundo e arredores.

   A mãe é mãe todos os dias. Para o melhor e para o pior. Simplesmente mãe. Esse pequeno nada que é tudo. Mesmo tudo.