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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Morte ignorada

 Uma mulher de 49 anos morreu em plena sala de um hospital psiquiátrico de Nova Iorque sem ninguém notar e sem ninguém a socorrer. A mulher caiu da cadeira, esteve estendida no chão, morta, quase uma hora e ninguém fez nada.

Imagens registadas pelas câmaras de segurança do hospital mostram a mulher caída, inerte, um segurança a ir à sala de espera, olhar para ela, e saiu sem a tentar socorrer. Passaram, entretanto, outros funcionários do hospital, incluindo um médico, que também nada fizeram. Quando a ajuda chegou, a mulher estava morta há pelo menos 45 minutos.

 

Um belo exemplo do egoísmo americano, da individualidade levada ao extremo, da indiferença, desprezo social , quiça racismo...

Mas que raio de mundo é este em que se assiste impávido e sereno à morte de um ser humano?

Em casos como este é de louvar o espírito português de "admirar a desgraça alheia". Entre um curioso e outro, alguém deveria parar para ver alguém morrer.