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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Up! - Altamente

 

   Altamente é o nome português do filme e poderá ser também comentário ao mesmo. A fórmula era perfeita para o sucesso: estúdios Disney - Pixar, um velhinho rabugento e solitário, mas apaixonado, sonhador e determinado, um miúdo "godinho" adorável e que fala sem parar na busca da sua medalha de explorador da natureza sénior, um cão à procura de um dono, um pássaro perdido e uma casa que levanta voo puxada por balões, tudo regado com muita cor e momentos de puro riso.  Isto, e muito mais, é que nos espera quando nos sentamos a assistirao novo filme de animação da Disney Pixar. Esta lá a magia, está lá a animação, está lá a diversão, está lá a lição. E está lá o final feliz.

   Gostei. E fartei-me de rir!

 

   De referir também a curta-metragem exibida antes do filme. Partly Cloudy é o nome e apresenta-nos umas nuvenzinhas totalmente adoráveis que são as "fábricas de bébes" da Terra e as respectivas cegonhas que entregam os bébes aos seus progenitores. Questões pedagógicas à parte (não sou grande defensora do mito infantil "Os bébes vêm numa cegonha") é, a meu ver, das melhores curtas metragens da Pixar.  

 

Make it happen

   Porque a dança sempre exerceu em mim um fascínio inexplicável, daqueles que nos libertam e nos transformam em nós mesmos.

 

 

 

Cenas do filme "Make it happen". Uma história mais que comum, mas com um ritmo incrível.

 

I want her moves!!!

 

Ensaio sobre a cegueira

 

   E se, de repente, não vissemos nada mais do que branco? Tudo branco. E se esse "mal branco" se tornasse uma epidemia de cegueira que, um a um, vai destruindo a humanidade? E nós, o que fariamos, como reagiriamos, o que sentiriamos? E se no meio de tanta cegueira, uma única pessoa continuasse a ver? Não sentirá ela que tem de ajudar, sendo a guia de todos e cada um? Quantas vezes não terá desejado não poder ver aquela nova realidade cega?

   "O ensaio sobre a cegueira" é um filme forte, sujo, escuro, um retrato negro (mas nem por isso pouco realista) da humanidade que nós somos. "Blindness" é um filme de pormenores, de imagens que não se conseguem ver. A cegueira faz-nos pensar qual a verdadeira essência do ser humano e de SER humano, até onde vai o espírito de sobrevivência.

   E afinal, mais cego é aquele que não quer ver, por isso, quando aprenderam a valorizar cada pormenor que o seu olhar captava, o branco deu lugar à cor, forma e movimento. Chegou uma segunda oportunidade. Uma nova vida. O que mudou?

 

   Nas adaptações de livros para o cinema, o filme deixa sempre algo a desejar. Não há nada como umas boas palavras para nos pôr a imaginar cada pormenor, cada cenário, cada personagem. No cinema está ali tudo chapadinho. É tudo demasiado concreto. Não há lugar para a imaginação. Quanto muito haverá para a reflexão. 

   Ao contrário do habitual, ainda não li o livro. Mas fiquei curiosa. Já está na minha lista de Natal! Com certeza me irei surpreender. Saramago que me desculpe, mas só li um livrinho do nosso Nobel de estimação. 

August Rush e o Som do Coração

 

   August Rush é um filme sobre o(s) som(s) do coração. August Rush é um menino movido pela música em busca da felicidade. August Rush é uma maravilhosa jornada de amor movida pela música. A música que separa e a música que reúne.

  August Rush faz-nos sonhar e acreditar. Faz-nos sorrir e chorar. Arrebata-nos o coração. Conquista-nos. 

   August Rush é um filme para ver com os ouvidos que nos mostra a força da música no amor e na vida.

    Simplesmente...ouçam-no.

 

Music is everywhere. All we have to do is...LISTENING: http://www.youtube.com/watch?v=MW3lF9W0g6o 

 

   Fabuloso desempenho de Freddie Highmore, o melodioso August Rush. Esplêndida banda sonora.

 

 

Terapia de Amor

 

 

   "Só há uma forma de prender aqueles que amámos: largá-los, deixá-los ir para onde eles quiserem, que se gostam de nós, voltam."

(Margarida Rebelo Pinto, "Não há Coincidências")

 

   Porque o amor não escolhe idades, mas a idades escolhe, muitas vezes, o amor e a mais forte prova de amor é, também muitas vezes, deixá-lo ir. 

Nunca é Tarde Demais (The Bucket List)

 

   E se descobrissemos que temos menos de um ano de vida? O que fariamos?

  Este dois homens descobriram-se e juntos viveram intensamente os últimos dias das suas vidas. Elaboram uma lista com tudo aquilo que gostariam de fazer antes de morrerem e partem pelo mundo fora, em busca da aventura, da felicidade e da plenitude. O objectivo? Responder afirmativamente a duas questões:

        - Viveste uma vida feliz?

       - A tua vida fez os outros felizes?

   Nunca é tarde para alterar a resposta a estas questões.

  

 Mais uma vez, um notável desempenho do sempre mau feitio do irónico Jack Nicholson e a paz e tranquilidade da bela voz de Morgan Freeman.

Panda do Kung Fu

E a tarde de sábado foi agradavelmente passada numa sala de cinema com a companhia perfeita.

A escolha cinematográfica?

 

Depois da díficil decisão entre versão portuguesa e versão original, lá optamos por aquela que tem legendas, depois do comentário inteligente da querida que vende os bilhetes "Se são capazes de ler as legendas aconselho a versão original" (Ok! Eu tenho ar de miúda e ele olhar de menino que não quer crescer, mas ambos pertencemos à faixa etária dos 22 - 23 anos...).

O filme é agradável à vista e o panda  Po é suficientemente parvo e querido ao mesmo tempo, o que é positivo para nos arrancar gargalhadas. Os restantes "bichinhos" tornam "O Panda do Kung Fu" uma boa opção para uns momentos de descontração e boa disposição, com uma boa dose de artes marciais praticadas por mestres de 4 patas (nem todos!), pêlo (nem todos) e rabinho felpudo (também nem todos!).

Valeu a pena...

Ayaaaahhhh...