...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR
...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR
Vencedor de um prémio Pulitzer, este é o livro mais conhecido de Harper Lee. Depois de ter lido "Vai e põe uma sentinela", de que gostei, fiquei com curiosidade para este. Com as mesmas personagens e a mesma temática, os dois livros centram-se sobretudo na luta dos negros pela afirmação e liberdade.
Não considero este um grande livro. Julgo que o mais recente é até superior a este. Acho que lhe falta uma grande história, já que personagens fortes tem, mas o enredo perde-se um pouco e no final deixa aquela sensação de "só isto?", porque quando as páginas começam a ficar realmente interessantes não há mais para ler.
As leituras continuam e já a meio do eleito seguinte!
Jean Louise Finch - Scout - a inesquecível heroína de Matar a Cotovia, regressa de Nova Iorque a Maycomb, a sua cidade natal no Alabama, para visitar o pai, Atticus. Decorre o turbulento período de meados de 1950, numa nação dividida em torno das dramáticas questões raciais. É com este pano de fundo que Jean Louise descobre verdades perturbadoras acerca da sua família, da cidade e das pessoas de quem mais gosta, o que a leva a interrogar-se sobre os seus valores e princípios, e a confrontar-se com complexos problemas de ordem pessoal e política. Vai e Põe Uma Sentinela, romance inédito de Harper Lee, cujo manuscrito se havia perdido mas descoberto em 2014, foi escrito antes de Matar A Cotovia e apresenta-nos muitos dos personagens dessa mítica obra, agora vinte anos mais velhos. Um livro magnífico, comovente e de grande fascínio de um dos maiores vultos da ficção contemporânea.
Considerado pela crítica literária como um dos melhores livros de 2015, foi a minha escolha para começar o ano. E começamos bem. A história não é nova nem original; já imensos livros e filmes visitaram estas questões raciais na América nos anos 50, mas este livro tem uma "heroína" feminina e cheia de garra e eu simpatizo sempre com romances históricos que nos ensinam um pouco mais sobre a nossa história com personagens femininas marcantes.
Não conhecia a autora, mas fiquei curiosa para ler o conhecido "Mataram a cotovia", que até foi Pullitzer.