Se só pudesse vestir uma cor até ao final do ano, qual seria?
Não tive de pensar muito.
Há um ou dois anos atrás diria de imediato: preto!!!!
Hoje, e muito lamentando todas as cores que ficariam por vestir, respondo: azul, de preferência o navy.
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Não tive de pensar muito.
Há um ou dois anos atrás diria de imediato: preto!!!!
Hoje, e muito lamentando todas as cores que ficariam por vestir, respondo: azul, de preferência o navy.
Realização, porque hoje faço o que gosto, tenho oportunidade de mostrar o que valho e chego a casa todos os dias um bocadinho mais rica e completa. E porque o trabalho diário com os meus "meninos crescidos" é a melhor experiência de vida possível.
Sorriso, porque ele é fácil e gratuito e muda tudo; dá cor aos nossos pequenos momentos, torna tudo mais leve e o melhor é que quando é sincero é contagioso! A melhor arma do ser humano.
Momentos, porque é disto que os dias são feitos, os 365 que se acabam e os 366 que se avizinham. São eles que nos fazem crescer e são eles que guardámos cá dentro, junto a tudo aquilo que somos.
Amor, porque ainda continua a ser o melhor do mundo e o melhor aquecedor de almas.
Disneyland Paris!, porque foi a realização de um sonho de infância e o sonho ainda comanda a vida. E porque por mim era uma das palavras de todos os finais de ano!
Saúde, porque quando a temos e os nossos a têm, tudo o resto se resolverá.
E quanto a desejos? As mesmas 6 palavras e sou um ser feliz!
Embora não seja uma "grande leitora" no que a autores portugueses diz respeito, não consigo escolher apenas um. Por isso aqui ficam 4 sugestões.
Sugestão 1:
O incontornável e eterno José Saramago.
Enquanto continuo a minha viagem pelas suas palavras e embora tenha gostado de uns livros mais do que outros, este talvez seja aquele que, até hoje, me foi mais fácil ler, por apresentar uma escrita simples e deliciosamente jucosa, longe dos seus clássicos. Talvez seja esta uma boa forma de começar a ler Saramago.
Sugestão 2:
Miguel Sousa Tavares.
Aqui estive indecisa entre...bem, entre todos os outros livros dele e este. Comecei com "Não te deixarei morrer David Crocket", onde encontrei as melhores crónicas de sempre, que já li e reli dezenas de vezes sem nunca me cansar.
Este "Equador", embora seja praticamente um bloco de cimento, dada a quantidade de páginas, li de um sopro só e senti(me) de tal modo na história que nunca consegui ver a adaptação da história à televisão, por ter sido incapaz de captar por imagens a beleza daquelas palavras.
Não podemos esquecer que o "Rio das Flores" é mais um dos seus excelentes romances e que "No teu deserto" vale mesmo a pena ser lido.
Sugestão 3:
Margarida Rebelo Pinto, ela mesma, o nosso top no que a fast literature diz respeito.
Li praticamente todos os seus livros (estão me a faltar dois ou três, no máximo) e rendi-me ao seu "Alma de pássaro" ao fim de meia dúzia de páginas. Já a este devo-me ter rendido ao fim de meia dúzia de palavras, já que, de tão simples e básico, se torna absolutamente real. É daqueles que está sublinhado praticamente do princípio ao fim...
Sugestão 4:
O único que li desta escritora mas, sem dúvida, um dos livros que mais gostei até hoje...
Para além destes, um outro escritor de língua portuguesa do qual sou "fã" é Paulo Coelho, mas sendo brasileiro, não cumpre bem os propósitos deste post.
E as vossas sugestões quais são?
Eu sei, eu sei, como é possível o Lobo Antunes não aparecer nesta lista...eu confesso: nunca li Lobo Antunes. Mea culpa! Um dia será o dia.
Em Dezembro, quando faço a minha árvore de Natal e começo a cantarolar :
Rudolph, the red-nosed reindeer
had a very shiny nose.
And if you ever saw him,
you would even say it glows