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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Quais as implicações de sermos psicólogos?

   Quais serão as características de personalidade de cada profissional?

   Quais serão as características de personalidade de um psicólogo? E quais serão as principais diferenças entre nós, psis, e os restantes profissionais?  

   Quais serão as implicações de se ser psicólogo, para a nossa personalidade e para o nosso bem-estar? Ok, passamos à frente o desemprego e a falta de reconhecimente, que essas deprimem-nos.

 

   O psicólogo, tal como outros profissionais que lidam de muito perto com a componente humana e, muitas vezes, numa espécie de papel de cuidador, apresenta um maior risco de burnout ou depressão. Será que nós somos mais resilientes perante esses riscos? E o que nos torna mais resilientes?

   Será que existe uma "personalidade de psicólogo"?

   E será que a experiência profissional tem algum impacto nessa personalidade? E em que sentido?

 

   A investigação tem demonstrado que os estudantes de psicologia e os próprios psicólogos são, tendencialmente, mais neuróticos e depressivos do que a restante população. Será que, depois de 10 anos a lidar com questões do foro psicológico, essas tendências se mantêm? Ou será que a experiência de ajudar os outros ao nível do funcionamento psicológico promove o desenvolvimento de recursos internos que nos torna mais capazes de fazer uma gestão mais funcional do nosso próprio funcionamento?

   Ou então, será que a experiência nos torna ainda mais neuróticos e depressivos?

 

   Estas e outras questões despertam o meu bichinho investigador. Quem sabe trarei respostas...

  

Uma questão de hormonas

   Investigadores da Universidade de Hertfords-hire, em Inglaterra, chegaram à conclusão que as mulheres têm uma vontade maior de ir às compras dez dias antes do início da menstruação. Estes investigadores acreditam que este apelo consumista é a forma encontrada por nós mulheres para lidar com emoções negativas provocadas pelas alterações hormonais quando nos encontramos numa fase pré-menstrual. Segundo eles, as mulheres compram em excesso apenas para sentirem uma sensação de culpa mais tarde. Esta estratégia permite transferir o mal-estar físico para uma sensação psicológica menos positiva, aliviando muito a dor. O estudo revelou ainda que quem sofre de síndrome pré-menstrual gasta ainda mais que as outras pessoas.

   Outra explicação tem a ver com a fertilidade. Sendo este o período mais fértil da mulher, é natural que elas queiram chamar mais a atenção, comprando artigos que as façam sentir-se mais atraentes. As mulheres vestem-se melhor para impressionar quem as rodeia e terem mais oportunidades de se relacionarem sexualmente.

   No entanto, nem tudo se resumo a esbanjar dinheiro e, por isso, importa saber que a altura do mês em que é mais seguro ir às compras é uma semana antes da menstruação, altura em que o tipo dee consumo efectuado é mais racional e controlado, uma vez que não só se compra menos, como se adquirem produtos de que se precisa menos.

 

   Mais uma vez as hormonas a levarem com as culpas dos nossos comportamentos menos simpáticos...Sendo responsáveis por tanta coisa "má", arriscam-se a serem as nossas melhores amigas.