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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

o malfadado número

   Investigadores ingleses (com certeza daquelas que não sabem o que fazer aos fundos que recebem) fizeram mais uma descoberta que nos deixa de boca aberta...pela sua percentagem de rídicularidade. Segundo estes peritos, as mulheres que vestem o 38 fazem mais amor que as restantes.

   E um número de dois dígitos apenas assume assim uma significância estrondosa. E vamos lá ignorar isto, porque a vida é muito mais do que números, principalmente quando falamos de relações humanas e da veia mais pessoal e íntima de cada um. Qualquer dia temos o povo masculino mais esfomeado a perguntar à fêmea durante um first date ou coisa do género "e já agora, quanto é que vestes?".

  Vestindo 38 ou 48 a vida de cada um é uma sucessão de escolhas e opções e, assim como podemos escolher usar calças ou saia, preto ou vermelho, também somos nós que escolhemos fazer o amor ou não. Afinal, de que importa o número das peças de roupa que vestimos, se elas são para tirar e são?

   Fosse eu uma mulher das ciências exacta e de repente a minha vida afiguraria-se enfadonha e pouco activa...apenas eu e os meus humildes (mas orgulhosos) 34´s a protegerem o meu metro e cinquenta e nove...