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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

«A Chave para Rebeca», Ken Follett

 

Norte de África, Verão de 1942. Rommel parece imbatível: as suas armas secretas são Alex Wolff, espião exímio , e um código fatal enterrado nas páginas do romance de Daphne de Maurier, Rebecca. Wolf cruza o Sara escaldante e entra no Cairo para roubar os planos militares britânicos. O major Vandam, no seu encalço, encarrega a encantadora Elene de o seduzir. À medida que as tropas de Rommel se aproximam da vitória, a perseguição desenrola-se no deserto até chegar a um confronto impressionante e explosivo.

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Provavelmente, um dos livros mais boring de Ken Follett...falta-lhe emoção, energia, suspense...falta-lhe realmente qualquer coisa.

«Os Pilares da Terra - vol.II», Ken Follett

 

Segundo volume da obra-prima de Ken Follett.

Na Inglaterra do século XII, Tom, um humilde pedreiro e mestre-de-obras, tem um sonho majestoso – construir uma imponente catedral, dotada de uma beleza sublime, digna de tocar os céus. E é na persecução desse sonho que com ele e a sua família vamos encontrando um colorido mosaico de personagens que se cruzam ao longo de gerações e cujos destinos se entrelaçam de formas misteriosas e surpreendentes, capazes de alterar o curso da história.

Recheado de suspense, corrupção, ambição e romance, "Os Pilares da Terra" é decididamente a obra-prima de um autor que já vendeu 90 milhões de livros em todo o mundo.

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   Segunda leitura de férias.

   Não há muito a dizer de Ken Follett que ainda não tenha sido dito. Depois do primeiro volume, não podia deixar de saber os destinos de tão interessantes personagens. São 600 páginas (que arrumei em menos de 4 dias) repletas de aventuras que nos prendem e cativam...

   Qualquer dia parto para os dois volumes que dão continuidade à vida em Kingsbridge... 

«Triplo», Ken Follett

 

No ano de 1968, Israel esteve por detrás do desaparecimento de 200 toneladas de urânio, material destinado a dotar o Egito da bomba atómica com a ajuda da União Soviética. Contudo nunca se conseguiu determinar como é que um carregamento daquele minério, suficiente para produzir 30 armas nucleares, desapareceu no mar alto sem deixar provas que comprometessem Israel. Follett pegou nesta enigmática ocorrência e criou a partir dela um thriller único, onde um suspense de alta voltagem se combina com factos históricos.

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   Mais uma leitura de férias. Desta vez um regresso a Follett, do qual nunca me canso, apesar de os seus livros acaberem por ser sempre do mesmo género. E também como é habitual nos seus livros, demoro entre 100 a 150 páginas a realmente entrar no livro e deixar-me prender pela história. Este

e um livro escrito nos anos 70 mas que só recentemente chegou ao nosso país. Comprei-o como poderia ter comprado qualquer um outro deste escritor, já que pretendo papá-los todos. Acho que foi a capa que me conquistou. Não foi dos meus preferidos, mas é Follett, what else? Cai sempre bem! 

«O Terceiro Gémeo», Kin Follett

 

A cientista Jeannie Ferrami, especialista em gémeos e nos componentes genéticos da agressão, faz uma descoberta espantosa. Recorrendo a um banco de dados do FBI, descobre dois homens que parecem ser gémeos verdadeiros: Steve, estudante de direito, e Dennis, assassino condenado. No entanto, nasceram em dias diferentes, de mães distintas, em hospitais separados por centenas de quilómetros.
Que segredo terá ela desvendado? Poderá confiar no seu chefe e mentor, ou terá de pôr a sua vida nas mãos de Steve Logan, o gémeo por quem se apaixona, apesar de ele estar envolto em intriga e suspeita? Uma coisa é certa: não há nada que faça certas pessoas deixar de conspirar na sombra…

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   Acontece-me sempre o mesmo nos livros deste género: no início vou lendo sem grande entusiasmo mas a dada altura quero tanto saber o que vem a seguir que acabo por devorar o livro até às últimas páginas. Acontece-me muito isso com Ken Follett e acho que isso acaba por ser um bocadinho a "magia" dos seus livros.

   E assim arrumei mais um na minha batalha de conhecer toda a obra de Ken Follett.  

«O Inverno do Mundo», Ken Follett

Depois do extraordinário êxito de repercussão internacional alcançado pelo primeiro livro desta trilogia, A Queda dos Gigantes, retomamos a história no ponto onde a  deixámos. A segunda geração das cinco famílias cujas vidas acompanhámos no primeiro volume assume pouco a pouco o protagonismo, a par de figuras históricas e no contexto das situações reais, desde a ascensão do Terceiro Reich, através da Guerra Civil de Espanha, durante a luta feroz entre os Aliados e as potências do Eixo, o Holocausto, o começo da era atómica inaugurada em Hiroxima e Nagasáqui, até ao início da Guerra Fria. Como no volume anterior, a totalidade do quadro é-nos oferecido como um vasto fresco que evolui a um ritmo de complexidade sempre crescente.

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   E está arrumado o segundo livro da trilogia "O Século" de Ken Follett. Confesso que gostei mais deste do que do livro um, basta este retratar um período da história mundial que sempre me interessou, a 2ª Guerra Mundial. Mais uma vez se prova que Ken Follett é um excelente contador de estórias a partir da história e mais uma vez reafirmo a minha preferência por este escritor.

   Agora resta-nos aguardar pelo Livro 3....quanto tempo? 

«A Queda dos Gigantes», Ken Follett

   Ao fim de um mês de leitura, está concluído o primeiro livro da trilogia. Tal como habitualmente acontece com os livros gigantes e carregados de personagens e histórias, cuustou um pouquinho entrar no enredo e conseguir uma leitura fluída do livro, mas ao fim de umas...200 páginas? senti-me completamente "lá dentro" e a partir daí foi sempre a abrir. 
   Pessoalmente, gosto bastante do chamado romance histórico, como já o disse aqui várias vezes, e começo também a gostar bastante da escrita de Ken Follett. Sempre leio livros com esta quantidade inicialmente assustadora de páginas fico sempre com a sensação de que é necessário ser-se um peqeuno génio literário para encher tantas páginas com tanta história e personagens, sem nunca nos cansar. E neste livro, acrescenta-se a isso o facto de cruzar personagens históricas reais com personagens fictícias e episódios verídicos com episódios fruto da fantástica imaginação do escritor.
   Está claro que fiquei super curiosa pelo livro II, que já está ali prontinho a ser descoberto, mas, em prol da minha sanidade mental, faço uma pausa, que espero breve, em Follett para dar uma primeira hipótese ao nosso, ao que dizem, mui nobre, Lobo Antunes, que também já desperta muita da minha curiosidade. "Arquipélago da Insónia"", para começar. Opiniões sobre o livro, alguém tem?  

«O vale dos cinco leões», Ken Follett

 

Jane, uma inglesa corajosa e sensual, é apanhada num triângulo amoroso mortífero, entre os espiões rivais Ellis e Jean-Pierre. Amor, ódio e engano levam-nos de conspirações terroristas em Paris à guerra e aos guerrilheiros no Afeganistão.

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   E assim está lido mais um de Ken Follett. A dada altura fiquei de tal forma envolvida pela história que acabei por o devorar nas últimas páginas.  Para mim, é este o segredo para um bom livro: prender-nos a ele com a sua história. Poucos o conseguem fazer, mas o que o fazem são leituras fantásticas, mesmo que não correspondam a grandes histórias.

   Agora, uma pequena pausa em Follet, para depois atacar as 1000 páginas d`A queda dos gigantes.  

«Os Pilares da Terra - vol1», Ken Follett

 

A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição.

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   Custou-me entrar na história (na verdade, custou-me cerca de 200 páginas a começar a gostar deste livro), mas depois de me deixar levar acabei por me prender a cada uma daquelas personagens. E agora mal posso esperar por ler o volume II.

«O Homem de Sampetesburgo», Ken Follett

 

1914: a Alemanha prepara-se para a guerra e os aliados constroem as suas defesas. Ambos os lados precisam da Rússia. O Duque de Walden e Winston Churchill planeiam, em total segredo, uma aliança russa mas um homem infiltra-se em Inglaterra com a intenção de deixar a sua marca na História e deixar o país a seus pés…

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   Segundo livro de Ken Follett, a mesma impressão positiva. Livros de leitura muito fácil. Sem grandes histórias, mas com uma enorme capacidade de nos prenderem página após página. Decididamente, rendida a Ken Follett (e mais dois dele já aguardam para ser lidos).