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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Objectivo: vender (ou fazer-nos lamentar por não podermos comprar)

   Gosto de revistas femininas. Admito. Mas uma atenção mais cuidada a uma das que compro regularmente (uma por mês, vá) fez-me notar que, das 266 páginas que a revista orgulhosamente nos oferece, 123 (sim, dei-me ao trabalho de as contar!) são única e exclusivamente dedicadas à publicidade desta ou daquela marca. Ora eu que até gosto de olhar para essas páginas e avaliar o que lá vem, começo a achar que 123 páginas assim numa revista só é marketing a mais até para quem gosta de cobiçar cada oferta das ditas folhinhas. Parecendo que não, uma pessoa deprime ao ver tanta oferta, tanta coisas bonita, e nós ali, com uma revista na mão, que até já pensamos duas vezes se compramos ou não (e as minhas são todas em versão pocket!).

   Mulher sofre!!!

 

Estas futilidades sabem bem de vez em quando. Principalmente numa madrugada de 2ª feira em que já era suposto dormirmos e preparamos fichas de filosofia de 11º ano para as explicações que nos fazem trabalhar horas extra. No ATL e em casa. Abençoada polivalência da Psicologia...