A atitude (difícil mas) correcta
Sabe-se lá bem como, mas abstenho-me (com algum ranger de dentes, é certo) de todo e qualquer comentário (que se advinharia completamente xenófobo e crítico, a roçar o gozo e a estupefação total, caso eu o fizesse pois está claro) relativamente a estes dois aspectos que, de forma ainda e para sempre inexplicável, se cruzaram por estes dias no nosso cantinho à beia-mar plantado:
- Maya, conceituada taróloga portuguesa (dizem!) e FHM, conceituada revista masculina (dizem também).
Só nos resta esperar que os astros não levem aquelas preciosas imagens além fronteiras ou a nossa reputação atingirá picos (ainda mais) lastimáveis. Negativamente falando, esclareço. Artificial por artificial, que venha a rainha da pequenada, a "nossa" querida Lucy (Djaló que me perdoe).
Ups! Denoto aqui já uma certa posição nada simpática da minha parte. Ao que me parece atinge até duas excelentíssimas senhoras. Mea culpa. Não se repetirá. Assunto arrumado.