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1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

1001 pequenos nadas...

...que são tudo, ou apenas esboços da essência de uma vida entre as gentes e as coisas, captados pelo olhar e pela mente livre, curiosa e contemplativa. Por tudo isto e tudo o resto: É PROIBIDA A ENTRADA A QUEM NÃO ANDAR ESPANTADO DE EXISTIR

Vicky Cristina Barcelona

 

   Bizarro. Bem ao jeito de Woody Allen. Bons desempenhos. Scarlett Johanson continua a nova musa de Woody e Penélope Cruz tem um frenético desempenho excelentemente alternado entre o inglês com prenúncia e o sempre engraçado espanhol, enquanto Javier Barden encarna muito bem o seu papel de artista sedutor com um coração e um corpo com espaço para uma, duas ou três chicas e não se cansa do "in english, Maria Elena". 

   Uma história sem grandes lições ou grandes momentos. Uma outra perspectiva do amor e das relações entre os seres. Um amor que só é perfeito quando é incompleto. Doentio. Confuso. Alternativo.  O par perfeito quando vivem longe um do outro. A amizade como solução. O cortar raízes de vez e para sempre. Um filme que não cansa. Agradável de se ver.     E no entanto, é impossível não nos rendermos à banda sonora simplista mas optimista, ao som da guitarra espanhola comovedora. E é impossível ficar indeferente a cada pormenor do cenário, que confirma a beleza inagualável de Barcelona (e já agora Oviedos), com ou sem Vicky, Cristina ou Maria Elena.